Grupo ASFALTO (MG)  &                           APRESENTAM

DATA:

30/11- quinta-feira

HORÁRIOS:

9h30 às 12h // 14h30 às 17h

LOCAL:

Praças do centro da cidade de Campinas/SP

O chão é a pele da cidade - plataforma que sustenta os fluxos urbanos.

 

Na sociedade contemporânea, as configurações das gestualidades dos corpos que habitam a cidade se constroem em um abismo que separa o corpo do chão.

Apenas as sobras da sociedade se deitam nesse lugar: o lixo pertence ao chão, o mendigo pertence ao chão, os líquidos e os resíduos, quase sempre, encontram-se no chão. Para o chão cabe aquilo que não queremos mais, o abjeto.

Junto às políticas que regularizam e capturam os modos de habitar o chão da cidade nos questionamos: Como se dá o encontro do corpo e da cidade a partir das epidermes pele e chão? Quais dramaturgias operam no corpo-cidade junto a esse encontro?     

Mobilizados por essas questões, propomos acompanhar as dramaturgias construídas no corpo-cidade criadas junto a processos em dança e em performance que têm a horizontalização dos corpos como estratégia poética e política.

Como exercício, exploraremos a relação com o chão a partir de elementos técnicos de Contato Improvisação.

FACILITADO POR:

Grupo ASFALTO - Texturas entre Artes e Filosofias

ASFALTO: Um tipo de aderência que funciona como tessitura pavimentada, impermeabilizando as transições e construindo bordas opacas. Solo para andar: o tecido da cidade. Um pavimento se constrói enquanto espaço de toques e trocas. O Grupo ASFALTO tem por vontade realizar pesquisas teórico-práticas com a urbanidade, tendo na ideia de "asfalto" as estriagens que direcionam os trânsitos e os modos de perceber, estar e viver uma cidade. Somos movidos pelas questões: como se dão as tramas sociais, políticas, linguísticas, arquitetônicas e corporais que organizam os fluxos do espaço urbano? Como intervir e ensaiar procedimentos para fissurar os "asfaltos" e as linhas que endurecem a cidade? É vinculado ao Curso de Dança da Universidade Federal de Uberlândia. A coordenação é de Juliana Bom-Tempo.

MUCíNá

Literalmente, Aquela que Dança. Organiza-se como um núcleo interdisciplinar de ensino e pesquisa em prática artística atravessado pela improvisação como eixo organizador. Tem no Contact Improvisation seu instrumento metodológico para o estudo do movimento do corpo no espaço e das relações entre tudo o que há. Desde 2016 realiza a série de práticas ARQuitetURA móvel em espaços urbanos. A direção é de Marília Carneiro. www.blogs.ea2.unicamp.br/mucina

INSCRIÇÕES:

  • Com desconto até 20/11 - R$80

  • Após 21/11 - R$100

Encerramento em 28/11.

Não há pré requisitos para a inscrição.

 

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